POLÍTICA NACIONAL

CEsp vai debater obstáculos enfrentados por mulheres atletas

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A Comissão de Esporte (CEsp) fará uma audiência pública sobre os obstáculos enfrentados por mulheres atletas e a implementação de políticas públicas que incentivem a presença feminina em esportes de alto rendimento. A data do debate ainda será marcada.

O requerimento para a audiência (REQ 25/2025 – CEsp), apresentado pela presidente da comissão, senadora Leila Barros (PDT-DF), foi aprovado nesta quarta-feira (25).

“Apesar dos avanços obtidos nas últimas décadas, as mulheres atletas brasileiras ainda enfrentam inúmeros desafios em sua trajetória, incluindo desigualdade salarial, falta de patrocínio, menor visibilidade na mídia, barreiras institucionais e discriminação de gênero”, destaca Leila na justificativa do requerimento. 

A senadora acrescenta que a ausência de políticas públicas específicas e mecanismos de incentivo contribui para a perpetuação da desigualdade e desestimula a permanência de mulheres em diversas modalidades esportivas.

“A audiência busca reunir representantes do poder público e atletas com reconhecida trajetória para debater soluções concretas que promovam a equidade de gênero e assegurem condições equitativas de acesso, permanência e sucesso no esporte brasileiro”.

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Serão convidados para o debate representantes do Ministério do Esporte, do Ministério das Mulheres e da Comissão da Mulher no Esporte do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Também devem ser convidadas as ex-atletas Yane Marques (pentatlo moderno), que é vice-presidente do COB; Daiane dos Santos (ginástica artística); Jacqueline Silva (vôlei de praia); e Joanna Maranhão (natação).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova campanha nacional sobre doença falciforme

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4177/21, que cria uma campanha permanente de conscientização sobre a doença falciforme.

O texto original, do deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), foi aprovado com emendas do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que excluiu referências a “prevenção”. Garcia explicou que a condição é genética e passa de pais para filhos, não sendo possível evitá-la com vacinas ou hábitos de saúde. Ele ressaltou que o foco deve ser o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

A proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

A doença falciforme altera o formato dos glóbulos vermelhos do sangue, que passam a parecer uma foice, dificultando a circulação do oxigênio. Isso causa crises de dores fortes, cansaço, além de pele e olhos amarelados (icterícia).

Segundo Garcia, manter a palavra “prevenção” poderia sugerir que o Estado buscaria evitar o nascimento de pessoas com essa herança genética, o que seria uma forma de discriminação proibida pela Constituição.

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“A cautela é necessária para preservar a conformidade do texto com princípios estruturantes da Constituição, como a dignidade da pessoa humana e a proteção à liberdade no planejamento familiar”, disse o relator.

Qualidade de vida
No Brasil, cerca de 60 mil pessoas vivem com a enfermidade, que atinge principalmente a população negra. A nova campanha pretende unificar as informações do SUS para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A campanha será coordenada pelo Ministério da Saúde e deverá ser acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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