POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate criação de contrato futuro de leite para reduzir riscos e fortalecer o setor

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (4), audiência pública para debater a implementação de um contrato futuro de leite no Brasil, como forma de mitigar riscos de mercado, aumentar a previsibilidade de preços e fortalecer a competitividade do setor lácteo nacional. O debate será realizado às 15h30, em plenário a ser definido.

O debate atende a requerimento do deputado Cobalchini (MDB-SC). Segundo o parlamentar, o objetivo é discutir mecanismos que permitam garantir estabilidade econômica e previsibilidade aos produtores de leite, fortalecendo a cadeia produtiva diante da volatilidade de preços e do aumento dos custos de produção.

Cobalchini ressalta que o Brasil, apesar de registrar avanços em produtividade, enfrenta dificuldades para competir com a importação de leite subsidiado de países do Mercosul. “Essa diferença inviabiliza a continuidade de muitos produtores e ameaça a sustentabilidade da atividade no país”, afirma.

De acordo com o deputado, a criação de um contrato futuro de leite na bolsa de valores (B3) “representa uma oportunidade de prover previsibilidade de preços, atrair investimentos e permitir melhor planejamento financeiro para produtores, cooperativas e indústrias”.

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Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate ilegalidades nos mercados de petróleo, gás, derivados e biocombustíveis

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A Comissão Externa sobre os Atos de Pirataria e a Agenda do “Brasil Legal” da Câmara dos Deputados promove, na terça-feira (19), audiência pública sobre ilegalidades nos mercados de petróleo, gás, derivados e biocombustíveis.

O debate será às 15 horas, no plenário 10.

Confira a lista de convidados

O debate atende a pedido do coordenador do colegiado, deputado Julio Lopes (PP-RJ).

Ele destaca que práticas ilegais nos mercados de combustíveis e biocombustíveis, como adulteração, comercialização irregular e contrabando, causam perda de arrecadação pública, afetam a concorrência e comprometem a qualidade e a segurança dos produtos.

Julio Lopes acrescenta que irregularidades na produção, certificação ou comercialização de biocombustíveis podem afetar o RenovaBio e o mercado de créditos de descarbonização.

“Práticas ilegais como adulteração de combustíveis, comercialização irregular e contrabando de derivados produzem impactos que vão muito além das distorções concorrenciais entre agentes econômicos”, afirma.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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