POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate criminalização da cultura negra e periférica no Brasil

Publicado em

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados promoverá, na próxima terça-feira (8), uma audiência pública para discutir a criminalização da cultura negra e periférica no Brasil. O encontro está previsto para as 16 horas, em plenário a ser definido.

A iniciativa é dos deputados Talíria Petrone (Psol-RJ) e Reimont (PT-RJ) e tem como objetivo debater as estruturas de criminalização que articulam racismo, violência policial e censura cultural.

O debate será interativo; veja quem foi convidado e envie suas perguntas.

Segundo os deputados, a criminalização da cultura negra no país é um fenômeno histórico e estrutural, que se manifesta nas políticas de segurança pública, no sistema de justiça criminal e na atuação do Estado nos territórios periféricos.

Episódios recentes, como a ação policial durante uma festa junina no Morro de Santo Amaro, no Rio de Janeiro, que resultou na morte de um jovem; e a prisão do artista MC Poze do Rodo são citados como exemplos da violência dirigida a negros e às expressões culturais das periferias.

Leia Também:  Comissão aprova criação do Selo Social para entidades de assistência social

Talíria Petrone e Reimont lembram que práticas semelhantes ocorreram ao longo da história com outras manifestações culturais negras, como o samba, o hip hop, o passinho e o próprio funk, que frequentemente são alvo de tentativas de censura sob alegações de “apologia ao crime”.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho rechaça troca de votos por emendas parlamentares

Published

on

Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (29), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) questionou reportagens que relacionam a liberação de emendas parlamentares à aprovação, pelo Senado, do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Cleitinho negou qualquer negociação de votos com o Palácio do Planalto. 

O senador citou informações divulgadas na imprensa que apontam a liberação de R$ 12 bilhões em emendas pelo governo federal, supostamente para que a Casa aprovasse o indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

— Saiu matéria dizendo que o governo está comprando senadores para a votação hoje do Messias, com R$ 12 bilhões em emendas. Eu não recebi nada, eu não negociei nada. Eu queria que todos os senadores pudessem subir aqui também e falar: “Não recebemos”. Toda hora é essa ladainha, aí a população cobra, com direito de cobrar mesmo. Tem senador recebendo emenda para poder votar? Eu nunca vou fazer isso na minha vida, nunca vou negociar voto, não, gente. Meu voto, minha consciência. — afirmou.

Leia Também:  CDR vai discutir plano para avaliação de apoio federal ao saneamento básico

O parlamentar também voltou a defender o fim de benefícios concedidos a senadores, como o plano de saúde vitalício, e afirmou que o Congresso precisa adotar medidas de austeridade. Segundo ele, a manutenção desse tipo de benefício não condiz com a realidade enfrentada pela população.

— O povo brasileiro fica até dois anos esperando uma cirurgia no SUS, enquanto o Senado já gastou mais de R$ 300 milhões com plano [de saúde] vitalício para senadores. Isso é um verdadeiro murro na cara da população brasileira — disse.

tem Senador recebendo emenda para poder votar? Eu nunca vou fazer isso na minha vida, não, nunca vou negociar voto, não, gente. Meu voto minha consciência.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA