POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate economia circular no setor de transportes

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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (18), às 10 horas, uma audiência pública para discutir a aplicação da Política Nacional de Economia Circular no setor de transportes. O debate será realizado no plenário 11.

Veja quem foi convidado e envie suas perguntas.

A audiência atende a pedido do deputado Luciano Vieira (Republicanos-RJ). Segundo ele, a economia circular representa um novo paradigma que alia eficiência de recursos, inovação e sustentabilidade. “No setor de transportes e logística, essa abordagem pode gerar impactos positivos não apenas no meio ambiente, mas também em termos econômicos e sociais”, afirma.

A audiência deve abordar temas como:

  • reaproveitamento e reciclagem de materiais na construção e manutenção de rodovias;

  • destinação adequada dos resíduos gerados no setor de transportes;

  • uso de tecnologias limpas e sustentáveis nos diferentes modais;

  • modelos logísticos que ampliem circularidade e eficiência energética;

  • papel da regulação e das políticas públicas no fomento à economia circular.

A proposta está alinhada com os princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos e com compromissos do Brasil com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

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Para Luciano Vieira, o debate é oportuno e necessário para subsidiar futuras ações legislativas. “A Comissão de Viação e Transportes tem papel estratégico na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável para o País, e esta audiência será fundamental para identificar caminhos viáveis para o setor”, conclui o deputado.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Fim da escala 6×1 dará ‘dignidade’ aos brasileiros, diz Cleitinho

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (10), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019), que extingue a escala de trabalho 6×1 e adota o modelo 5×2.

— A gente deve obrigação e honra ao trabalhador e ao empresário. Então, que se vote, o mais rápido possível, o fim da escala 6×1, que se dê dignidade e se faça a escala 5×2 — declarou.

O parlamentar criticou privilégios da classe política e argumentou que trabalhadores submetidos à jornada atual enfrentam condições muito diferentes das vividas por agentes públicos. Para ele, a discussão sobre a jornada de trabalho deve levar em conta a realidade da população que depende do emprego formal.

— A verdade é que a gente está trabalhando aqui em 2×5. E eu queria entender o que faz um político que trabalha em 2×5, que ganha R$ 40 mil — fora os privilégios, fora o plano de saúde vitalício, o carro oficial, auxílio-alimentação e auxílio-moradia — querer convencer um trabalhador CLT, que trabalha 6×1, que ganha R$ 1.600 e pega ônibus lotado, de que a culpa é dele e de que ele não pode ter mais uma folga. Que loucura é essa? — argumentou.

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Para o parlamentar, a mudança é necessária para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Ele argumentou que a jornada atual limita o tempo destinado ao descanso, à família e a outras atividades fora do ambiente de trabalho.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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