POLÍTICA NACIONAL

Comissão discute colaboração do Hospital Ophir Loyola no atendimento de pessoas no norte do país

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A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados reliza audiência pública nesta terça-feira (12) para comemorar os 112 anos do Hospital Ophir Loyola.

O debate atende a pedido do deputado Airton Faleiro (PT-PA). A deputada Carol Dartora (PT-PR) subescreveu o requerimento.

A audiência será realizada às 13 horas, no plenário 12.

O Hospital Ophir Loyola foi fundado em 1912 e desempenha um papel de extrema relevância para o Pará e para toda a região Amazônica. “O hospital assume a responsabilidade pelo atendimento de mais de 70% dos casos de câncer no estado, além de ser reconhecido como referência nas áreas de neurocirurgia, nefrologia e transplantes”, exemplifica Faleiro.

O parlamentar acrescenta que a entidade também trabalha pelo contínuo com o avanço da medicina. “Esse evento não apenas honrará o legado do Hospital Ophir Loyola, mas também contribuirá significativamente para o futuro da oncologia na Amazônia”, reforça o deputado.

Da Redação – ND

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Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Dra. Eudócia defende piso nacional para médicos e dentistas

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (28), a senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) defendeu a valorização dos profissionais de saúde e manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC 2/2026) e ao projeto de lei (PL 1.365/2022) que tratam da criação do piso salarial nacional para médicos e cirurgiões-dentistas. Segundo a parlamentar, as iniciativas buscam corrigir distorções históricas e garantir dignidade remuneratória à categoria.

De acordo com a senadora, a PEC estabelece o direito ao piso em nível constitucional, enquanto o projeto de lei define parâmetros objetivos de remuneração e prevê reajustes anuais, além de melhorias nas condições de trabalho. Ela destacou que a valorização profissional é condição essencial para o funcionamento adequado do sistema de saúde.

— Não há sistema de saúde forte sem profissionais valorizados; não há política pública eficaz quando aqueles que estão na linha de frente enfrentam jornadas exaustivas, remuneração desigual e, muitas vezes, ausência de reconhecimento institucional — afirmou.

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A senadora também ressaltou a realidade enfrentada por profissionais em Alagoas e defendeu que a criação do piso contribui para reduzir desigualdades regionais e melhorar o atendimento à população.

— A instituição de um piso salarial nacional não é privilégio, é reconhecimento. Ao valorizar esses profissionais, fortalecemos o Sistema Único de Saúde e garantimos um atendimento mais digno, humano e resolutivo à população — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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