POLÍTICA NACIONAL

CSP aprova criação do Dia do Conselheiro Comunitário de Segurança

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A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou, nesta terça-feira (20), projeto que cria o Dia Nacional do Conselheiro Comunitário de Segurança, a ser celebrado todo ano em 30 de agosto (PL 3.466/2021). O projeto da Câmara dos Deputados recebeu voto favorável do relator, senador Marcio Bittar (União-AC), e já pode seguir para sanção presidencial.

Os Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) são órgãos de caráter consultivo que funcionam em âmbito estadual ou distrital para integrar a população à gestão da segurança pública, permitindo a troca de informações, o encaminhamento de propostas e o acompanhamento de ações da área.

A escolha do dia 30 de agosto para a data comemorativa é em razão de ter sido nessa data, em 2009, a apresentação do Relatório Final da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg). O documento estabeleceu, como uma das diretrizes para uma política nacional de segurança pública, a atuação dos Conselhos Comunitários.

Em seu voto, Marcio Bittar diz que a criação da data representa o reconhecimento do impacto do trabalho desses representantes da sociedade na política de segurança pública. 

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“Os conselheiros comunitários de segurança constituem um elemento essencial no fortalecimento do controle social sobre as políticas de segurança pública, atuando como elo entre a população e as forças de segurança. Trata-se de atuação que abrange uma vasta gama de questões relevantes, que vão desde a iluminação pública até a prevenção da violência, demonstrando, assim, sua função estratégica na construção de municípios mais seguros e na consolidação de uma cultura de paz e cidadania”, explica o senador no relatório. 

O senador Izalci Lucas (PL-DF) também celebrou a criação da data como forma de valorização dos Conselhos e dos seus participantes, e testemunhou que, no Distrito Federal, o órgão funciona muito bem.

Segundo a autora do projeto, a ex-deputada Paula Belmonte (DF), atualmente há cerca de 2,5 milhões de conselheiros comunitários no Brasil, que se reúnem periodicamente em suas comunidades para tratar de questões como combate à violência, iluminação pública e manutenção de praças.

O relatório foi lido na reunião da CSP pelo senador Jorge Seif (PL-SC). O projeto não precisa passar pelo Plenário do Senado, a menos que um recurso para isso seja apresentado em até cinco dias úteis, com assinatura de pelo menos nove senadores. Caso isso não aconteça, ele vai para a sanção presidencial.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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