POLÍTICA NACIONAL

Damares Alves diz que ‘golpe’ ocorreu durante impeachment de Dilma

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Em pronunciamento no Plenário do Senado nesta quarta-feira (26), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que o verdadeiro golpe contra a democracia brasileira ocorreu durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016. A senadora relembrou decisões do então presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, e do ministro Ricardo Lewandowski, à época presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), como exemplos de interferência no rito constitucional.

— Eu vi o golpe e tenho a coragem de admitir isso aqui na tribuna. Vi o golpe no dia 9 de maio de 2016, quando Waldir Maranhão anulou a sessão que aprovou a admissibilidade do impeachment. E vi novamente no dia 31 de agosto, quando o ministro Lewandowski, ao fatiar a decisão, permitiu que a presidente Dilma perdesse o cargo, mas mantivesse os direitos políticos. Isso foi golpe ou não foi? — questionou.

A comparação da senadora foi com a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete aliados de tentativa de golpe de Estado, aceita nesta quarta pela Primeira Turma do STF. Para Damares, não há provas documentais que sustentem a acusação de tentativa de golpe contra o ex-presidente, de cujo governo foi ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Na avaliação da senadora, a ação se insere em uma tentativa de desmobilizar um movimento político representativo.

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Damares declarou que o bolsonarismo vai além da figura de Jair Bolsonaro e representa parte expressiva da população brasileira. Ela declarou ainda apoio a Bolsonaro e seus familiares, destacando que o movimento político que o ex-presidente lidera permanece vivo e mobilizado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Dra. Eudócia defende piso nacional para médicos e dentistas

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (28), a senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) defendeu a valorização dos profissionais de saúde e manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC 2/2026) e ao projeto de lei (PL 1.365/2022) que tratam da criação do piso salarial nacional para médicos e cirurgiões-dentistas. Segundo a parlamentar, as iniciativas buscam corrigir distorções históricas e garantir dignidade remuneratória à categoria.

De acordo com a senadora, a PEC estabelece o direito ao piso em nível constitucional, enquanto o projeto de lei define parâmetros objetivos de remuneração e prevê reajustes anuais, além de melhorias nas condições de trabalho. Ela destacou que a valorização profissional é condição essencial para o funcionamento adequado do sistema de saúde.

— Não há sistema de saúde forte sem profissionais valorizados; não há política pública eficaz quando aqueles que estão na linha de frente enfrentam jornadas exaustivas, remuneração desigual e, muitas vezes, ausência de reconhecimento institucional — afirmou.

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A senadora também ressaltou a realidade enfrentada por profissionais em Alagoas e defendeu que a criação do piso contribui para reduzir desigualdades regionais e melhorar o atendimento à população.

— A instituição de um piso salarial nacional não é privilégio, é reconhecimento. Ao valorizar esses profissionais, fortalecemos o Sistema Único de Saúde e garantimos um atendimento mais digno, humano e resolutivo à população — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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