POLÍTICA NACIONAL

Davi Alcolumbre se solidariza com o povo de Israel após atentado nos EUA

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, expressou, nesta quinta-feira (22) sua solidariedade ao povo de Israel. A manifestação veio após o ataque a Yaron Lischinsky e Sarah Milgrim, funcionários da embaixada de Israel em Washington, capital dos Estados Unidos. Eles foram mortos a tiros quando saíam do Museu Judaico.

Na nota, Davi manifestou indignação com o atentado e ressaltou que a luta contra o extremismo deve unir nações e lideranças comprometidas com a paz.

Veja a íntegra da nota:

“Como brasileiro, como judeu e como presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, recebo com indignação e tristeza a notícia do atentado que vitimou funcionários da embaixada de Israel nos Estados Unidos. Atos de terror e antissemitismo são inaceitáveis em qualquer tempo e lugar.

A luta contra o extremismo, o ódio religioso e a intolerância deve unir nações e lideranças comprometidas com a paz, o respeito e os direitos humanos.

Reitero minha solidariedade ao povo de Israel, às famílias das vítimas e a todos que, como nós, seguem acreditando no poder do diálogo, da liberdade e do respeito entre os povos.”

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Grupo de trabalho apresenta nesta terça-feira relatório sobre crimes motivados por misoginia

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O grupo de trabalho da Câmara dos Deputados sobre crimes motivados por misoginia (ódio ou aversão às mulheres) reúne-se, nesta terça-feira (16), para a apresentação e votação do relatório final.

A reunião será realizada às 17 horas, em plenário a ser definido.

O colegiado analisa o Projeto de Lei 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo, tornando a prática inafiançável e imprescritível. 

A coordenadora do grupo, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), afirma que o objetivo é aperfeiçoar o texto para evitar interpretações equivocadas e enfrentar práticas que podem estar associadas a crimes mais graves contra as mulheres.

Uma das mudanças sugeridas por Tabata Amaral é a punição de grupos que disseminem ódio contra mulheres na internet.

“Uma das atualizações que estou propondo em relação ao projeto do Senado é olhar para a questão da monetização, da articulação em grupos de ódio em rede, mas também a questão da influência. Está muito claro para a gente que o ódio às mulheres é uma forma que muitos influenciadores encontraram de atrair a atenção para vender seus cursos. E isso é ainda mais grave”, disse.

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Na versão apresentada pela deputada, quem induzir ou incitar a misoginia em ambiente virtual poderá receber pena de um a três anos de prisão, além de multa. Se houver intenção de obter vantagem econômica, a pena será aumentada. A proposta também prevê a suspensão da conta utilizada para cometer o crime.

Da Redação/AC

Fonte: Câmara dos Deputados

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