POLÍTICA NACIONAL

Debate sobre emergência climática terá participação de ‘jovens senadores’

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A Comissão de Meio Ambiente (CMA) vai debater na quinta-feira (21), a partir das 10h, a emergência climática e os caminhos para um futuro sustentável. O debate será promovido durante a semana de vivência legislativa do Programa Jovem Senador e deve contar com a participação dos 27 estudantes selecionados para o programa — um de cada unidade da federação.

No requerimento para a audiência (REQ 9/2025 – CMA), o senador Fabiano Contarato (PT-ES) afirma que sua intenção é promover um debate qualificado com autoridades, especialistas e representantes de povos originários. Contarato é o presidente da CMA.

Ele também destaca que o debate pode inspirar jovens lideranças. “A audiência pretende, além de fomentar o debate intergeracional, fortalecer o protagonismo juvenil e incentivar a formulação de políticas públicas ambientais eficazes, sustentáveis e inclusivas”, disse o senador.

Contarato lembrou ainda que o Brasil será a sede da COP 30, que será realizada em Belém no fim deste ano.

Foram convidados para o debate:

  • a diretora de programas da presidência da COP 30, Alice de Moraes Amorim Vogas;
  • a representante do Núcleo de Coordenação de Ações Socioambientais do Senado, Danielle Abud;
  • a ativista Paloma Costa Oliveira, conselheira jovem do secretário-geral da ONU;
  • a ativista Marcele Oliveira, campeã de Juventude da COP 30;
  • a ativista Txai Suruí, do povo indígena Paiter Suruí;
  • um representante do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
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Jovem Senador

O Programa Jovem Senador é uma iniciativa do Senado que oferece a estudantes do ensino médio de escolas públicas a oportunidade de conhecer de perto o funcionamento do Poder Legislativo. A escolha dos participantes é feita por meio de um concurso de redação, organizado em parceria com as secretarias estaduais de educação. Neste ano, o tema da redação foi “Emergência Climática: pense no futuro, aja no presente”.

Como participar

O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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