POLÍTICA NACIONAL

Deputado defende o uso da linguagem simples para aproximar o cidadão do poder público; assista

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O deputado Duarte Jr. (PSB-MA) defendeu o uso da linguagem simples como instrumento para aproximar o cidadão do poder público. Segundo ele, a comunicação governamental deve ser clara, direta e acessível, especialmente para as pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Não adianta falar bonito, escrever de forma rebuscada. A própria palavra ‘rebuscada’ já demonstra o que significa. Se as pessoas não se fazem entender, a comunicação falha”, afirmou o parlamentar.

O tema foi debatido em audiência pública conjunta da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

Comunicação para todos
Duarte Jr., que é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, destacou que o uso da linguagem simples deve ser comprovado na prática, como forma de garantir que o cidadão entenda seus direitos e deveres.

“A comunicação deriva de você passar uma mensagem, essa mensagem chegar ao destinatário e as pessoas conseguirem compreendê-la. É sobre isso que nós debatemos aqui na Câmara”, resumiu.

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Origem social
A jornalista e autora do livro Manual de Linguagem Simples, Patricia Roedel, explicou que a técnica surgiu como um movimento social para ajudar o cidadão a exercer seus direitos.

“[É uma técnica] tão eficiente que vem sendo usada também por empresas privadas que querem comunicar direitos, deveres, informações para os consumidores. Mas ela nasce desse movimento social”, explicou Patricia.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto Favela 3D é tema de audiência na Câmara nesta quarta

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A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (29), audiência pública sobre o projeto Favela 3D: Digna, Digital e Desenvolvida.

O debate será realizado às 9 horas, no plenário 16, a pedido da deputada Renata Abreu (Pode-SP).

O objetivo é discutir estratégias para reduzir a pobreza em áreas de alta vulnerabilidade social, com base no programa Favela 3D, desenvolvido pela organização Gerando Falcões.

A deputada afirma que a iniciativa reúne ações em áreas como:

  • melhoria da infraestrutura urbana;
  • acesso a serviços essenciais;
  • inclusão no mercado de trabalho;
  • educação;
  • acesso à internet.

Renata Abreu afirma ainda que o projeto já foi aplicado em algumas localidades, com participação de governos, empresas e organizações sociais, como na Favela do Haiti, em São Paulo. Lá, a iniciativa reformou casas, adotando modelos sustentáveis, e requalificou espaços públicos.

“Trata-se de tecnologia social já implementada em diferentes localidades do país por meio de parcerias com governos, empresas e sociedade civil, com planejamento territorial, metas e entregas verificáveis”, explicou a deputada.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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