POLÍTICA NACIONAL

Em balanço da CE, Arns considera educação área prioritária do país

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Nesta terça-feira (17), o presidente da Comissão de Educação (CE), senador Flávio Arns (PSB-PR), afirmou que o colegiado é o mais importante do Legislativo, “devido à necessidade de prioridade absoluta à educação”.  

— Chego feliz ao final desses dois anos porque houve equilíbrio, diálogo e entendimento. Realizamos 198 reuniões, sendo 59 deliberativas, 106 audiências públicas e sete para comparecimento de ministros, 11 reuniões da Subcomissão Temporária para debater e avaliar o ensino médio no Brasil, por exemplo, numa mostra de que nos engajamos em todos os temas relativos à educação. Reflexo do nosso compromisso com as áreas da educação e da cultura no nosso país.

Arns relatou ainda que a comissão fez três reuniões da Subcomissão Permanente da Alfabetização na Idade Certa; uma reunião de instalação e eleição de presidente da Subcomissão Permanente para acompanhar as políticas de educação de jovens e adultos; três reuniões do seminário conjunto com a Comissão de Meio Ambiente (CMA) para a celebração dos 25 Anos da Política Nacional de Educação Ambiental e uma reunião na Assembleia Legislativa da cidade de Joinville (SC) para debater a instituição do Dia Nacional dos Bombeiros Voluntários.

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Segundo Arns, no biênio 2023/2024, a comissão apreciou 522 matérias, entre as quais 292 projetos foram aprovados. Desse total, 176 proposições foram votadas em decisão terminativa, 116 em decisão não terminativa e 209 foram requerimentos. Outras 21 matérias receberam outros status, como arquivamento, indicação e emenda de plenário. 

Ao agradecer o empenho dos demais senadores, Arns também ressaltou a dedicação de todos os servidores da CE, da Consultoria do Senado, bem como dos veículos de Comunicação da Casa. Para o parlamentar, o trabalho conjunto foi “dignificante, importante e necessário para todo o país”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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