POLÍTICA NACIONAL

Indicado para diretoria da Anatel é confirmado no Plenário

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O Plenário do Senado confirmou, nesta terça-feira (19), a indicação de Edson Victor Eugênio de Holanda para compor o Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Foram 43 votos favoráveis e outros cinco contrários.  

Mais cedo, o nome de Edson de Holanda já havia sido aprovado em sabatina na Comissão de Infraestrutura (CI). A mensagem de indicação (MSF 42/2025) foi relatada pelo senador Weverton (PDT-MA).

Durante a sabatina na CI, Holanda reforçou seu compromisso com o fortalecimento das políticas públicas do setor, com a modernização e proteção dos consumidores finais. 

Holanda graduou-se em direito pelas Faculdades Integradas Barros Melo (AESO) em 2006. Possui mestrado em Estado, Regulação e Concorrência pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), concluído em 2020. Foi consultor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) entre 2018 e 2019. Em maio de 2023, assumiu o cargo de diretor na Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Wellington Fagundes homenageia padre Nazareno Lanciotti

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Em pronunciamento nesta segunda-feira (15), o senador Wellington Fagundes (PL-MT) destacou a celebração de beatificação do padre italiano Nazareno Lanciotti, realizada em 13 de junho na cidade de Jauru (MT). Wellington participou da cerimônia e afirmou que a vida e morte do padre Nazareno são um lembrete da verdadeira grandeza espiritual das pessoas. 

— Tive a graça e a honra de conhecer o Padre Nazareno, hoje o beato Padre Nazareno, um homem muito simples, humilde, dedicado aos mais pobres principalmente e, acima de tudo, um homem que transformou a vida de milhares de pessoas por meio da fé, da solidariedade e, acima de tudo, do amor ao próximo — declarou.

O padre Nazareno Lanciotti nasceu em Roma, em 1940, e mudou-se em 1971 para o Brasil, onde dedicou sua vida às atividades da igreja e prestou atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade. Em 2001, Lanciotti teve sua casa invadida e foi assassinado por dois homens, em retaliação ao trabalho pastoral prestado. A morte do beato por ódio à fé foi reconhecida em 2025 pela igreja católica.

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Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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