POLÍTICA NACIONAL

Indicado para diretoria da Aneel foi confirmado pelo Plenário

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O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (19) a indicação de Gentil Nogueira de Sá Júnior para exercer o cargo de diretor na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Foram 45 votos favoráveis e 2 contrários à indicação (MSF 44/2025).  

Gentil tem graduação em engenharia mecânica e especializações em direito regulatório da energia e análise de impacto regulatório. Atuou, entre outros cargos, como superintendente-adjunto de regulação dos serviços de geração e superintendente de fiscalização dos serviços de geração, ambos na Aneel.

Desde 2023, é conselheiro de administração do Operador Nacional do Sistema Elétrico e secretário Nacional de Energia Elétrica no Ministério de Minas e Energia.

Antes da aprovação pelo Plenário, Gentil passou por sabatina na Comissão de Infraestrutura (CI). O  senador Eduardo Gomes (PL-TO) foi o relator na comissão. 

Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), autarquia em regime especial vinculada ao Ministério de Minas e Energia, foi criada para regular o setor elétrico brasileiro

A Diretoria Colegiada da Aneel  é composta por um diretor-Geral e quatro diretores, todos com mandatos de cinco anos.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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