POLÍTICA NACIONAL

Município de SC pode receber título de Capital Nacional da Maior Onda

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As ondas gigantes da Laje da Jagua poderão garantir a Jaguaruna (SC) o título de Capital Nacional da Maior Onda do Brasil. O projeto foi aprovado nesta quarta-feira (10) pela Comissão de Esporte (CEsp) do Senado e segue para sanção presidencial, caso não haja recurso para votação em Plenário.

O Projeto de Lei (PL) 1.960/2022, da ex-deputada federal Angela Amin (SC), recebeu parecer favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC). A iniciativa concede a homenagem em reconhecimento à relevância esportiva e turística da Laje da Jagua, formação rochosa situada a 5,3 quilômetros da costa catarinense e considerada o principal pico de ondas gigantes do país. Foi no local que o surfista Lucas Chumbo estabeleceu, em 2025, o recorde da maior onda já surfada no Brasil, com 14,82 metros.

Segundo o relator, o fenômeno consolidou Jaguaruna como a “Nazaré Brasileira”, em referência à praia de Nazaré, em Portugal, conhecida mundialmente pelo surfe de ondas gigantes. Para Amin, o reconhecimento destaca a importância do município para a modalidade, o turismo de aventura e a pesquisa científica sobre ondas de alta energia.

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O senador também ressalta que a medida pode estimular a geração de emprego e renda, além de atrair investimentos em infraestrutura para a cidade, que já recebe atletas e produtores audiovisuais. Na avaliação dele, a iniciativa valoriza “um patrimônio natural e esportivo que é motivo de orgulho para os brasileiros e catarinenses”.

Lurya Rocha, sob supervisão de Dante Accioly.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Lucas Barreto quer fim de reserva para permitir exploração mineral na Região Norte

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (16), o senador Lucas Barreto (PSD-AP) defendeu um projeto de lei de sua autoria, o PL 3.101/2022, que extingue a Reserva Nacional do Cobre e Associados – Renca, localizada entre os estados do Amapá e do Pará.

Segundo ele, a região concentra jazidas estratégicas de cobre, fósforo, titânio e terras raras, com potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico da região, gerar empregos e reduzir a dependência brasileira de insumos importados.

Lucas Barreto afirmou que o Brasil não pode ignorar riquezas minerais estimadas, de acordo com o senador, em mais de US$ 1 trilhão. Para ele, existe um “paradoxo amazônico”: apesar de concentrar grandes riquezas naturais e minerais, a região continua convivendo com pobreza e baixo desenvolvimento econômico devido às restrições ao aproveitamento desses recursos.

O senador também ressaltou que é necessário agregar valor à produção mineral por meio de investimentos em pesquisa. Ele reiterou que a exploração de recursos naturais deve estar associada à geração de emprego, renda e bem-estar social para a população amazônica.

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— Não basta apenas extrair minério. É necessário investir em ciência, tecnologia e inovação para transformar essas riquezas em emprego, renda, desenvolvimento e bem-estar social.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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