POLÍTICA NACIONAL

Nelsinho defende investimentos em cidades do Vale da Celulose

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Em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (8), o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) afirmou que o desenvolvimento econômico impulsionado pela instalação de indústrias de celulose no Mato Grosso do Sul, apesar de positivo para o estado, impõe desafios às cidades que recebem esses investimentos.

A região conhecida como “Vale da Celulose” inclui municípios do leste do estado como Ribas do Rio Pardo, Inocência, Água Clara e Bataguassu. Segundo o senador, essas cidades têm enfrentado aumento repentino da população com a chegada de novas empresas e trabalhadores, o que exige ações coordenadas para garantir infraestrutura e serviços públicos adequados.

— Imaginem uma cidade que tem 8 mil habitantes, da noite para o dia, receber mais 8 mil. Tem problema na saúde para atender as pessoas, tem problema na educação para colocar os filhos, tem problema na habitação. Não achamos um imóvel para poder alugar nessas cidades, para as pessoas poderem morar na cidade e trabalhar — afirmou.

O senador elogiou a atuação das empresas multinacionais instaladas no estado, que estão entre as responsáveis pelo crescimento econômico da região, que passou a ser reconhecida oficialmente pela legislação estadual. Para ele, o desenvolvimento evidencia o papel estratégico do setor.

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— Damos um passo importante no reconhecimento de uma das regiões mais estratégicas do nosso estado. São 12 municípios que já movimentam bilhões em investimentos e que agora ganham uma identidade forte, que traduz desenvolvimento, inovação e sustentabilidade. Mais do que um nome, o Vale da Celulose é uma marca que projeta Mato Grosso do Sul para o Brasil e também para o mundo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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