POLÍTICA NACIONAL

Plínio Valério critica venda da mineradora Pitinga a estatal chinesa

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O senador Plínio Valério (PSDB-AM) voltou a criticar a venda da mineradora Pitinga, no Amazonas, a uma estatal chinesa. Em pronunciamento no Plenário do Senado nesta quarta-feira (12), ele destacou que ingressou com um mandado de segurança no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) para suspender a transação, que considera “um erro tremendo”, com impactos na soberania nacional.

Segundo o senador, a mina de Pitinga possui reservas de estanho e cassiterita, mas também rejeitos que contêm minerais estratégicos. Ele alertou que os chineses dispõem da tecnologia necessária para explorar esses rejeitos, o que poderia comprometer o controle brasileiro sobre esses recursos.

— Nós estamos dando de mão beijada para os chineses montanhas de rejeitos que contêm urânio e contêm lítio. Toda a tabela periódica de terras raras está lá, no Amazonas, na mina de Pitinga  afirmou.

Plínio Valério também criticou a falta de anuência do Congresso Nacional na venda da mineradora. Ele argumenta que negociações desse porte devem passar pelo aval dos parlamentares, conforme determina a legislação.

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— Estou aqui, também, pelo Brasil. Isso é um acinte à soberania nacional e um acinte à nossa população  protestou.

O parlamentar informou que a Justiça Federal no Amazonas determinou que as autoridades responsáveis prestem informações sobre a venda em um prazo de dez dias antes da análise do pedido de liminar. Ele também cobrou uma atuação firme do Ministério Público Federal na defesa dos interesses nacionais.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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