POLÍTICA NACIONAL

Projeto criminaliza uso de QR Code falso para aplicar golpes e invadir dispositivos

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O Projeto de Lei 6769/25 torna crime o uso de QR Codes falsos com o objetivo de obter vantagem ilícita. O texto pune a prática tanto nos casos de estelionato quanto nos de invasão de dispositivo informático.

QR Code é um código de barras bidimensional que armazena dados de páginas da internet e que pode ser lido por smartphones.

A proposta altera o Código Penal para incluir o uso de QR Codes na modalidade de fraude eletrônica. Nesses casos, a pena prevista é de 4 a 8 anos de reclusão, além de multa, quando a fraude é cometida contra vítimas induzidas ao erro por meios digitais ou contatos telefônicos.

Além disso, o texto modifica o crime de invasão de dispositivo eletrônico para punir com a mesma pena – de 1 a 4 anos de reclusão e multa – quem produz, oferece, distribui ou vende QR Codes com o intuito de permitir a invasão de dispositivos ou a prática de crimes.

O autor da proposta, deputado Duda Ramos (MDB-RR), afirma que o projeto responde à crescente sofisticação de golpes digitais.

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Ele destaca como exemplo a colagem de QR Codes falsos em veículos para simular multas de trânsito de órgãos como o Detran.

“Ao ler o código, o cidadão é direcionado a páginas fraudulentas, nas quais realiza pagamentos que, na verdade, alimentam esquemas criminosos”, explica o parlamentar.

Segundo Ramos, a legislação precisa ser atualizada para tipificar expressamente essas práticas modernas de engenharia social e tecnologia.

Próximas etapas
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, em seguida, pelo Plenário.

Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição –  Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho relata luto pela morte do irmão

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (11), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) ressaltou o luto pela morte de seu irmão mais novo, Matheus Azevedo, que tinha 30 anos. O senador lembrou que chegou a doar medula óssea a Matheus, que enfrentava uma leucemia.

Cleitinho disse que o falecimento do irmão provocou um forte abalo emocional nele e em sua família — e que isso afetou sua atuação política. Ele agradeceu as manifestações de apoio e solidariedade que recebeu.

— A situação que aconteceu comigo, na semana passada, foi uma questão emocional. Só quem passa por isso entende: quem já perdeu pai, irmão. Infelizmente, essa maldita doença [do irmão] voltou, e agora não estou mais com o meu irmão aqui — lamentou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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