POLÍTICA NACIONAL

Projeto proíbe licença-paternidade para agressores e em casos de abandono

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O Projeto de Lei 6402/25 proíbe a concessão de licença-paternidade e de salário-paternidade para empregados que praticarem violência doméstica ou familiar contra a mulher ou abandonarem materialmente seus filhos.

Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, a proibição também será aplicada ao trabalhador que tiver contra si medida protetiva deferida ou possuir antecedentes criminais por crimes sexuais ou contra crianças e adolescentes.

O deputado Dimas Fabiano (PP-MG), autor da proposta, disse que o afastamento remunerado é incompatível com a prática de agressões. “A ideia não é restringir benefícios, mas reafirmar o compromisso do ordenamento jurídico com o melhor interesse da criança”, afirmou.

Prazos e intimações
Conforme o projeto de lei, a proibição dos benefícios poderá ser determinada pela autoridade competente ou a pedido do Ministério Público, da Defensoria Pública ou da vítima (ou do responsável ou do representante legal).

Assim que a suspensão for decidida judicialmente, o empregador deverá ser intimado no prazo de dois dias para suspender a licença-paternidade. Já o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terá cinco dias, após ser comunicado, para interromper o pagamento do salário-paternidade.

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Próximos passos
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Santa Catarina elege Carol de Toni e Carlos Bolsonaro ao Senado

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selo_eleicoes_claro.jpgSanta Catarina elegeu neste domingo (4) Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, para o Senado. Ambos chegam à Casa para o primeiro mandato. Com 93,8% das seções eleitorais totalizadas, eles tinham respectivamente 33,4% e 25,2% dos votos.

Carol de Toni

Caroline Rodrigues de Toni nasceu em Chapecó (SC), em 1986. Advogada, é formada em direito pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) e tem mestrado em direito público.

Carol de Toni iniciou sua trajetória eleitoral em 2016, quando concorreu a vereadora em sua cidade natal e ficou na suplência. Em 2018, foi eleita deputada federal por Santa Catarina e, em 2022, foi reeleita. Na Câmara dos Deputados, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em 2024. Seu primeiro suplente é Geraldo Wetzel Neto (Novo), e o segundo suplente, Andrey Tomazi (PL).

Carlos Bolsonaro

Carlos Nantes Bolsonaro nasceu em Resende (RJ), em 1982. Formado em Ciências Aeronáuticas, iniciou a carreira política como vereador do Rio de Janeiro. Eleito pela primeira vez em 2000, exerceu sete mandatos consecutivos na Câmara de Vereadores carioca, de 2001 a 2025.

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Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos deixou a Câmara Municipal do Rio de Janeiro em 2025 e transferiu seu domicílio eleitoral para Santa Catarina. Seu primeiro suplente é Rafael Caleffi, e seu segundo suplente, Balduino Rodrigues, ambos também do PL.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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