POLÍTICA NACIONAL

Revogação da lei da alienação parental é tema de novo debate na Câmara

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados promove nova audiência pública nesta quarta-feira (3) sobre a revogação da Lei de Alienação Parental. A revogação é tema do Projeto de Lei 2812/22, em análise no colegiado.

O debate foi solicitado pela relatora da proposta, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), e será realizado às 9 horas, no plenário 1.

Controvérsias
A Lei da Alienação Parental foi criada há 15 anos para coibir situações em que um dos pais tenta afastar o outro da convivência com os filhos — desqualificando-o ou dificultando o contato.

Críticos afirmam, porém, que pais e mães acusados de abuso têm usado a lei para revidar, acusando de alienação parental quem denuncia a violência.

“O tema em análise é de alta complexidade e sensibilidade social, havendo argumentos sólidos tanto a favor quanto contra a revogação”, afirma Laura Carneiro.

No início de setembro, parlamentares e especialistas em direito de família se dividiram sobre o assunto.

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Em abril, em outro debate na Câmara, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, defendeu a revogação da lei.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Roberta Acioly comemora redução de reajuste da conta de luz em Roraima

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A senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR) comemorou a redução do reajuste previsto na tarifa de energia elétrica em Roraima, que caiu de 24% para cerca de 4%. Durante pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (20), ela afirmou que a redução ocorreu devido às pressões de parlamentares do estado junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Para a senadora, a medida ameniza os efeitos negativos que consumidores e pequenos empreendedores vinham enfrentando após a interligação do estado ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Roberta Acioly elogiou a decisão da Aneel de utilizar recursos da repactuação do Uso do Bem Público (UBP) para conter os efeitos tarifários. Ela ressaltou que a população roraimense não poderia passar por isso após décadas convivendo com instabilidade no fornecimento de energia elétrica.

— O que aconteceu com Roraima foi injusto: a população saiu de anos enfrentando problemas de energia precária para, logo depois da interligação ao sistema nacional, receber um aumento pesado na conta de luz. Sem nenhuma proteção adequada para essa transição, o reajuste chegaria a mais de 24% — disse.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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