POLÍTICA NACIONAL

Senado comemora os 100 anos da Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil

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O Senado vai comemorar na segunda-feira (20) os 100 anos da Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil, que foram completados em 2024. Fundada em 1924, a instituição colabora como órgão consultivo em atividades nacionais e internacionais relacionadas às ciências farmacêuticas. A sessão especial está marcada para as 10h.

O requerimento para a sessão (RQS 180/2025) foi apresentado pelo senador Eduardo Gomes (PL-TO). No pedido, ele lembra que a entidade tem 120 membros titulares — entre farmacêuticos, médicos, odontólogos e outros profissionais — e também membros honorários. Um deles, lembrou Eduardo, é o ex-senador Ogari Pacheco, que atualmente é seu segundo suplente.

Eduardo Gomes ressalta que a Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil é uma das mais antigas sociedades científicas brasileiras, com contribuições relevantes para o avanço das ciências farmacêuticas. A sessão especial de segunda-feira, salienta, é uma forma de reconhecer essa contribuição.

“É uma celebração da relevância dessa academia para o nosso país e para o mundo”, destaca o senador.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Lei reconhece município paranaense como Capital Nacional da Louça

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O município de Campo Largo, no Paraná, passou a ser reconhecido oficialmente como a Capital Nacional da Louça. O título foi concedido pela Lei 15.453/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada na quinta-feira (2) no Diário Oficial da União.

A norma teve origem no Projeto de Lei 2896/24, do deputado Paulo Litro (União-PR), aprovado na Câmara em setembro do ano passado. Ele afirma que o município é o principal polo brasileiro de produção de louças profissionais. E lembra que a cidade Campo Largo já havia sido declarada, em lei estadual de 2010, como a Capital da Louça e Porcelana de Mesa e da Cerâmica do Paraná.

No Senado, a proposta foi aprovada em junho.

Paulo Litro citou informação do Sindilouças segundo a qual Campo Largo atende 75% da demanda nacional de louça profissional e gera mais de 3.500 empregos diretos e indiretos, sendo importante e fundamental polo do setor no Paraná. O município produz 36 milhões de peças de porcelana e cerâmicas por ano.

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Os parlamentares que apoiaram a proposta ressaltam que a tradição ceramista da cidade se reflete em eventos como a Feira da Louça e instituições como o Centro de Ciências e Tecnologias Cerâmicas (Cestec).

Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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