POLÍTICA NACIONAL

Sessão especial comemora Dia do Físico nesta segunda

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Nesta segunda-feira (26), o Senado promove sessão especial em homenagem ao Dia do Físico. A solenidade está marcada para às 10h e foi pedida pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), por meio do requerimento (RQS 54/2025).

Comemorado anualmente em 19 de maio, o Dia do Físico celebra a publicação, em 1905, do artigo que apresentou ao mundo a Teoria da Relatividade do físico Albert Einstein. A data, reconhecida pela Unesco, passou a ser lembrada em diversos países como símbolo da importância dessa área do conhecimento para o avanço da ciência e da tecnologia.

Na justificativa do requerimento, Pontes destacou a presença da física em todos os aspectos do cotidiano e a sua contribuição para conquistas significativas, como o telescópio Hubble, o laser, o transístor, os circuitos eletrônicos, a ressonância magnética e o uso pacífico da energia nuclear. 

“A física está presente em absolutamente tudo o que fazemos. A disciplina se articula cada vez mais com outras áreas, como a engenharia, a matemática, a computação, a biologia, as ciências da saúde, humanas e sociais”, afirmou o senador.

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Pontes também ressalta a importância dos serviços prestados pelos físicos ao Brasil, [ É relevante os] “serviços prestados à nação por esses importantes profissionais que concorrem para o engrandecimento do nosso país, por via do incremento da ciência”, registrou no requerimento.

O Dia Nacional do Físico é uma oportunidade para escolas, universidades e instituições científicas promoverem eventos, palestras e atividades que destaquem a importância da física no dia a dia da população. 

Por Camily Oliveira, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Deputados de oposição comemoram e governistas criticam rejeição do Senado a Messias no STF

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A rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi comemorada por deputados da oposição, em discursos no Plenário da Câmara. Parlamentares da base do governo, porém, avaliaram que o Senado “virou as costas” para o povo com a decisão. O nome de Messias foi rejeitado nesta quarta-feira (29) por 42 a 34 votos dos senadores.

A oposição classificou a rejeição de Messias como “vitória da democracia” contra o que chamam de tentativa de aparelhamento do Judiciário. Para o líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), a votação marca “a maior vitória” dentro do Congresso em defesa do Estado Democrático de Direito. “Esta vitória não é nossa, não é da oposição, não é do Senado nem da Câmara. Esta vitória é do povo brasileiro”, declarou.

A base do governo, por sua vez, acusou o Senado de virar as costas para o povo brasileiro e para a democracia. “Os inimigos do povo não respeitaram o voto soberano e popular na indicação do ministro do Supremo, de uma pessoa ilibada, decente, coerente, evangélico”, disse o líder do PT, deputado Pedro Uczai (SC). Segundo ele, a democracia e o povo brasileiro vão derrotar os que estão contra o governo nas próximas eleições.

Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Homenagem ao Dia Mundial do Livro. Dep. Pedro Uczai (PT-SC)
Pedro Uczai, líder do PT

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O líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o Executivo viu, com a votação, “as costas” do Senado Federal. “Parabéns aos senadores pelo recado duro que hoje deram ao governo”, disse.

Já o deputado Helder Salomão (PT-ES) reforçou que a ação do Senado foi contra o povo brasileiro. “Hoje rejeitam a indicação de um homem íntegro, preparado, com todas as qualificações para ser um ministro”, lamentou.

Indicação
Atual advogado-geral da União, Jorge Messias foi indicado para o cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na vaga decorrente da aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, que deixou o tribunal em outubro de 2025.

Com a rejeição, a mensagem indicando Messias foi arquivada, e o presidente Lula terá de encaminhar um novo nome para preencher a vaga deixada por Barroso no STF.

Esta foi a primeira vez que uma indicação ao STF foi rejeitada em 132 anos. Antes, apenas cinco indicações feitas pelo então presidente da República foram derrubadas pelos senadores. Todas as rejeições ocorreram em 1894, no governo do marechal Floriano Peixoto. O STF foi criado em 1890, após a Proclamação da República.

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Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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