POLÍTICA NACIONAL

Comissão promove audiência na Câmara em defesa do voto popular

Publicado em

A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados promove seminário nesta quarta-feira (27) sobre a defesa do voto popular. O debate atende a pedido da deputada Luiza Erundina (Psol-SP) e está marcado para as 16 horas, no plenário 3.

A audiência será interativa; veja quem foi convidado e envie suas perguntas.

“Estamos vivendo um período ímpar sobre o debate das eleições em diversos países, com destaque no Brasil”, afirma Erundina.

“Não podemos aceitar a exclusão da população dos espaços decisórios e consideramos fundamental a importância desse debate, que passa também pelo respeito ao voto popular”, resume a deputada.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Aprovada criação do Mês da Segurança Aquática para prevenir afogamentos
Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

Permanência de Couto no governo do Rio é inconstitucional, para Portinho

Published

on

O senador Carlos Portinho (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira (28) que a permanência do desembargador Ricardo Couto como governador interino do Rio de Janeiro fere as Constituições estadual e federal. O parlamentar defendeu que o presidente da Assembleia Legislativa fluminense, Douglas Ruas (PL), é quem deveria assumir o governo e convocar eleições indiretas.

O Rio de Janeiro está sob comando interino desde março, quando o então governador Cláudio Castro (PL) renunciou. Na semana passada, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), deve governar o estado até a conclusão do julgamento, no próprio STF, sobre o formato da eleição para a sucessão no estado — se direta ou indireta.

Portinho manifestou preocupação com o precedente institucional que a situação pode criar. Para ele, a interpretação adotada abre margem para interferências indevidas no funcionamento dos poderes e compromete a segurança jurídica no estado.

— O que acontece no Rio de Janeiro hoje é a materialização de um estado judiciário de exceção. Isso é da maior gravidade. Já era para o presidente da Alerj estar no exercício do cargo e convocar eleições indiretas. Amanhã pode ser o presidente da República — afirmou.

Leia Também:  Teresa: manifesto de ex-reitores defende democracia e punição de golpistas

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA