POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate empoderamento econômico da população afro-brasileira

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (11), audiência pública sobre empoderamento econômico da população afro-brasileira.

O debate atende a pedido da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e está marcado para as 15h30, no plenário 10.

A deputada destaca que, historicamente, a população negra enfrenta desigualdades estruturais que limitam seu acesso a oportunidades econômicas.

Segundo ela, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2022 mostram que pessoas negras recebem salários inferiores aos de pessoas brancas, mesmo quando possuem a mesma escolaridade, além de enfrentarem mais dificuldades no acesso ao crédito e a investimentos para seus negócios.

“Diante dos dados apresentados pelo IBGE, é urgente instituir um processo de mapeamento de dados e de propostas concretas para a formulação de políticas públicas que apontem os desafios e reduzam desigualdades, promovendo um ambiente mais justo e inclusivo”, defende Benedita da Silva.

“O evento reunirá especialistas, representantes governamentais e membros da sociedade civil para discutir estratégias de inclusão econômica, com ênfase na ampliação do acesso a crédito, investimento e apoio técnico para empreendedores negros”, informa.

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Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Permanência de Couto no governo do Rio é inconstitucional, para Portinho

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O senador Carlos Portinho (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira (28) que a permanência do desembargador Ricardo Couto como governador interino do Rio de Janeiro fere as Constituições estadual e federal. O parlamentar defendeu que o presidente da Assembleia Legislativa fluminense, Douglas Ruas (PL), é quem deveria assumir o governo e convocar eleições indiretas.

O Rio de Janeiro está sob comando interino desde março, quando o então governador Cláudio Castro (PL) renunciou. Na semana passada, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), deve governar o estado até a conclusão do julgamento, no próprio STF, sobre o formato da eleição para a sucessão no estado — se direta ou indireta.

Portinho manifestou preocupação com o precedente institucional que a situação pode criar. Para ele, a interpretação adotada abre margem para interferências indevidas no funcionamento dos poderes e compromete a segurança jurídica no estado.

— O que acontece no Rio de Janeiro hoje é a materialização de um estado judiciário de exceção. Isso é da maior gravidade. Já era para o presidente da Alerj estar no exercício do cargo e convocar eleições indiretas. Amanhã pode ser o presidente da República — afirmou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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