POLÍTICA NACIONAL

Girão aponta censura e critica ‘contrato bilionário do governo cearense’

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Em pronunciamento na terça-feira (18), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou o governo do Ceará. Ele afirmou que há gastos elevados com publicidade, tentativas de influência em veículos de comunicação e perseguição a jornalistas.

De acordo com o senador, o governo do Ceará gasta mais de R$ 100 milhões por ano em publicidade. Ele defendeu o PL 5.504/2019, projeto de lei de sua autoria que busca limitar despesas de comunicação institucional.

— No governo do Ceará há um abuso crônico de despesas com comunicação. Isso é uma indecência — criticou.

Girão também disse que o presidente do grupo de comunicação Otimista, Adriano Nogueira, passou a sofrer ataques após publicar reportagens sobre contratos do estado com a empresa de tecnologia IPQ, no valor de R$ 1,3 bilhão, relacionados a videomonitoramento.

Segundo o parlamentar, autoridades estaduais divulgaram vídeos com ataques a Adriano Nogueira, e o perfil oficial do Otimista no Instagram foi derrubado.

— Após as publicações corajosas [do Otimista], começaram a circular vídeos nas redes sociais com conteúdo agressivo, configurando um atentado à liberdade de expressão e à honra pessoal de Adriano Nogueira. Um desses vídeos é de Chagas Vieira, chefe da Casa Civil do governo do Ceará, que é peça central em todas as ações de comunicações governamentais. Nesse vídeo, ele ironiza e busca desacreditar o trabalho profissional do grupo Otimista, chegando ao ponto de usar a denominação “O vigarista”. O objetivo é intimidar, constranger e expor não apenas Adriano Nogueira, mas toda a sua equipe da TV e do jornal — disse Girão.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate relação entre crime organizado e terrorismo

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (28), audiência pública para discutir a relação operacional e financeira entre organizações criminosas e o terrorismo.

O debate será realizado às 15h30, em plenário a ser definido.

A reunião foi pedida pelo deputado General Pazuello (PL-RJ).

O deputado afirma que a atuação de facções criminosas no Brasil tem características semelhantes às de grupos terroristas, incluindo ataques coordenados, paralisação de serviços públicos e controle de territórios.

Pazuello destaca ainda que resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam a relação entre terrorismo e crime organizado transnacional, com atividades como tráfico de armas e drogas, lavagem de dinheiro e comércio ilícito de recursos naturais.

O parlamentar acrescenta que casos investigados no Brasil, como a Operação Trapiche, indicam a atuação de redes de recrutamento e financiamento de atividades terroristas, o que reforça a necessidade de aprimoramento dos instrumentos legais e operacionais.

Da Redação – ND

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Fonte: Câmara dos Deputados

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