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TRE-MT viabiliza curso de magistratura eleitoral do TSE por videoconferência

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Magistrados e magistradas do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) participaram, nesta segunda-feira (17), do terceiro encontro do Curso de Aperfeiçoamento da Magistratura Eleitoral por meio de videoconferência. A transmissão ocorreu na Sala de Reuniões e Audiências, localizada no edifício-sede do tribunal. O curso, voltado a magistrados(as) que exercem ou pretendem exercer as funções de juiz ou juíza eleitoral, é organizado pela Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (EJE/TSE), com cooperação da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento (Enfam).

A aula magna deste módulo debateu a Segurança Jurídica no Direito Eleitoral e foi ministrada pelo procurador-geral da República, Paulo Gustavo Gonet Branco. Os painéis visam temas do Direito Eleitoral, entre eles: Ações Judiciais Eleitorais e Propaganda Eleitoral e Antecipada, ministrados pela professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, Marilda de Paula Silveira. Cada um dos quatro módulos conta com a carga horária de 30 horas, totalizando 120 horas de atividade, divididas entre aulas magnas, conteúdo presencial com transmissão e atividades assíncronas pelas plataformas de Ensino a Distância (EaD). No âmbito do TRE-MT, o curso foi viabilizado pela Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT)

A presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, visitou os magistrados do curso e dialogou com o grupo durante o intervalo. “Confio na experiência, na tranquilidade e na boa vontade de vocês. O Tribunal está preparado para dar as ferramentas e, se vocês propuserem alternativas, nós adaptamos. Quero que a Justiça Eleitoral seja um sucesso. Vamos olhar para as coisas certas, com experiências positivas, vamos colocar nossa atenção para que cresçam caminhos”, destacou a desembargadora.

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TRE-MT viabiliza curso de Magistratura Eleitoral do TSE por videoconferência

O encontro presencial ocorreu em Brasília, no Auditório do TSE, que disponibilizou a transmissão nos Tribunais Regionais. Em âmbito nacional, a plataforma EaD da EJE/TSE contabilizou 589 inscrições. O primeiro e segundo módulo colocaram em foco, respectivamente, o Direito Eleitoral em Ambiente Digital e a Cidadania, Inclusão e Diversidade no Processo Eleitoral. Já a quarta unidade, que está prevista para janeiro do próximo ano, debate Atos Gerais, Segurança e tecnologia das Eleições. Em julho de 2026, está prevista a abertura da segunda turma do curso.

Mobilização de práticas inclusivas

A iniciativa busca proporcionar ações educativas conjuntas sobre a magistratura eleitoral no âmbito da aplicação de legislação, resoluções e jurisprudência, a fim de promover um processo eleitoral mais seguro e eficiente. Além disso, o curso trata de questões inclusivas e inovadoras, como a promoção de acessibilidade e o combate ao capacitismo na prática da cidadania. A programação geral ainda assegura a discussão sobre a difusão de fake news e desinformação em detrimento da legalidade da propaganda eleitoral.

Para a juíza da 23ª Zona Eleitoral, com sede em Colíder (a 633 km de Cuiabá), Paula Tathiana Pinheiro, as aulas são importantes na magistratura como um todo. “O curso coloca uma perspectiva de gênero e racial, que precisamos utilizar na nossa atividade jurisdicional. É um olhar diferenciado que, mesmo eu que debato a presença de mulheres nesses espaços, não parei para pensar em uma questão direcionada”, observou.

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A próxima etapa do curso tem início no dia 21 de janeiro de 2026.

Estagiária: Laís Guilherme (supervisão do jornalista Anderson Pinho)

#PraTodosVerem: A primeira imagem mostra a Sala de Reuniões e Audiências no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Ao todo, estão presentes quatro juízes e uma juíza assistindo o curso. A mesa é branca, com copos de água, microfones e materiais de papelaria distribuídos na mesa. Na parede ao fundo, a aula está sendo transmitida. A transmissão mostra um homem de cabelos grisalhos, vestindo roupa social e está falando ao microfone. A legenda informa: “CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DA MAGISTRATURA ELEITORAL”. Há ainda um intérprete de libras no canto inferior direito. A segunda imagem mostra a mesma sala, com mais participantes. A cena apresenta a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, enquanto conversa com os(as) juízes(as) presentes.

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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