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Analista do MPMT é aceito em grupos internacionais de alto QI

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O engenheiro civil e analista de inteligência do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Rodolfo Salles, foi aceito como membro da Intertel, da IIS Society e da Mensa Brasil, três das mais prestigiadas organizações internacionais voltadas para pessoas com alto quociente de inteligência (QI). Com 144 pontos em testes padronizados, ele está entre os 1% da população mundial com maior desempenho cognitivo.A trajetória que levou até Rodolfo essas sociedades começou dentro do próprio MPMT, onde atua na área de inteligência e crimes cibernéticos. “Sempre tive curiosidade por soluções criativas e eficientes. No Ministério Público, encontrei espaço para aplicar esse tipo de raciocínio e desenvolver ferramentas que hoje são referência em outras instituições”, afirmou em entrevista ao Portal Terra.Entre essas ferramentas está o RDX, um sistema de denúncias premiado e adotado pelo Governo do Estado. Criado para otimizar operações de inteligência, o sistema permite o mapeamento de zonas de risco e a análise de dados em tempo real, aumentando a eficácia no combate ao tráfico e a crimes eleitorais. “A ideia era reduzir a perda de oportunidades em operações. Com o RDX, conseguimos centralizar informações e agilizar decisões estratégicas”, explica Rodolfo.Apesar da facilidade com números e lógica, ele revela que o caminho até aqui foi marcado por desafios. “Na faculdade, percebi que meu raciocínio era diferente, mas a maior dificuldade era lidar com situações sociais. Tentei outros cursos, como Direito e Administração, mas foi na engenharia que me encontrei”, conta.Rodolfo também destaca que ter um QI elevado não significa ter uma vida mais fácil. “Existe um mito de que tudo é simples para quem tem alto desempenho cognitivo. Na prática, a mente acelerada exige muito e pode gerar cansaço. O importante é canalizar isso para algo produtivo”, diz.A aceitação nas sociedades de alto QI é mais um reconhecimento da capacidade técnica e intelectual de um servidor público que transforma inteligência em inovação. Para o MPMT, é motivo de orgulho contar com profissionais como Rodolfo Salles, que contribuem diretamente para o aprimoramento das políticas institucionais e para a promoção da justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Júri condena réu a 48 anos por feminicídio e homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de São José dos Quatro Marcos (315 km de Cuiabá) condenou, nesta quarta-feira (22), Millykovik de Almeida Pereira a 48 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime fechado. O réu foi responsabilizado por duplo homicídio qualificado, sendo um deles reconhecido como feminicídio, cometido no contexto de violência doméstica e familiar, com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas.O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Jacques de Barros Lopes, que representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante a sessão plenária e sustentou a tese acusatória, defendendo o reconhecimento das qualificadoras descritas na denúncia.De acordo com a acusação, o crime ocorreu na madrugada do dia 26 de junho de 2025, por volta das 3h40, em uma residência localizada na Rua Fortaleza, nas imediações do Mini Estádio Municipal de São José dos Quatro Marcos. As vítimas foram Marielly Ferreira Campos, de 16 anos, companheira do réu, e Wallisson Rodrigo Scapin Gasques, de 25 anos.Conforme apurado nas investigações, o réu mantinha um relacionamento amoroso com a adolescente, mas tinha conhecimento de que ela também se envolvia afetivamente com a outra vítima, situação que já havia motivado desentendimentos anteriores. Na madrugada dos fatos, ao se dirigir até a residência onde Marielly se encontrava, Millykovik de Almeida Pereira flagrou a jovem e Wallisson juntos em um dos cômodos da casa.Dominado por intenso sentimento de raiva, ciúmes e inconformismo, o acusado empunhou uma faca e desferiu diversos golpes contra as duas vítimas. O Ministério Público sustentou que o ataque ocorreu de forma repentina, durante a madrugada, em ambiente fechado, impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação das vítimas.Durante o julgamento, os jurados acolheram integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público, reconhecendo o feminicídio em razão da condição do sexo feminino da vítima Marielly, no contexto da violência doméstica e familiar, além do motivo torpe e do recurso que dificultou a defesa das vítimas.Diante da gravidade dos fatos, o Juiz Presidente fixou a pena em patamar elevado, determinando o cumprimento em regime fechado e a manutenção da prisão do réu.“Trata-se de uma condenação que reafirma o compromisso do sistema de Justiça com a proteção da vida das mulheres e com o enfrentamento à violência doméstica e familiar. Além disso, a pena aplicada reflete a gravidade dos fatos e a forma covarde como o crime foi cometido”, destacou o promotor de Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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