POLÍTICA NACIONAL

Confirmado novo embaixador na Nova Zelândia

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Pedro Murilo Ortega Terra será o novo embaixador do Brasil na Nova Zelândia. O Plenário do Senado aprovou a indicação, com 40 votos favoráveis e uma abstenção. 

Terra acumulará o cargo de embaixador nas representações em Samoa, Tonga, Kiribati e Tuvalu.

O senador Chico Rodrigues (PSB-RR) foi o relator da indicação (MSF 83/2025). Durante a sabatina na Comissão de Relações Exteriores (CRE), o diplomata disse que vai buscar novos espaços de cooperação bilateral e diminuição de barreiras comerciais.

Diplomação

Terra ingressou na carreira diplomática em 1991. Ao longo de sua carreira no Itamaraty, exerceu funções de conselheiro na Embaixada do Brasil em Nova Delhi, na Índia, cônsul-geral adjunto no Consulado-Geral do Brasil em Nova York, nos Estados Unidos, e cônsul-geral em Cantão, na China, além de postos de direção no Ministério das Relações Exteriores para Rússia, China e países da Ásia Central. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Lei reconhece Ayrton Senna como Herói da Pátria

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Foi sancionada nesta quarta-feira (1º) a Lei 15.447/26, que reconhece Ayrton Senna oficialmente como Herói da Pátria. O nome do ex-piloto de Fórmula 1 será inscrito no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria.

O título de Herói ou Heroína da Pátria é concedido a personalidades que tiveram papel relevante na defesa ou na construção do Brasil. Criado em 1992, o livro é gravado em páginas de aço e fica em exposição no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Ayrton Senna conquistou três títulos mundiais de Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991) e venceu 41 grandes prêmios ao longo da carreira. Em 2023, foi declarado Patrono do Esporte Brasileiro pela Lei 14.559/23. O piloto morreu em um acidente em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.

A homenagem a Senna foi proposta pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), por meio do Projeto de Lei 789/24. O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados em março, com parecer favorável da deputada Caroline de Toni (PL-SC) pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e do deputado Defensor Stélio Dener (União-RR) pela Comissão de Cultura.

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Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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