POLÍTICA NACIONAL

Beto Richa vai presidir a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços

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O deputado Beto Richa (PSDB-PR) foi eleito, por unanimidade, nesta quarta-feira (19) para presidir a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados em 2025. Ele substitui o deputado Josenildo (PDT-AP), que comandou o colegiado em 2024.

Richa ressaltou o trabalho do antecessor e afirmou que o colegiado já contribuiu muito para o avanço do país em temas como o fortalecimento da politica industrial, transparência nas relações de consumo e geração de emprego e renda.

“Vamos discutir os pilares do crescimento do país. Juntos, indústria, comércio e serviços são responsáveis por 2/3 do PIB e por quase 50 milhões de empregos. Essa participação não se limita a números e reflete a capacidade do Brasil de criar riquezas e empregos ao mesmo tempo em que enfrenta grades desafios econômicos e sociais”, destacou.

Ao comentar a expectativa de anúncio de uma nova alta da Selic, hoje, pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central, Richa lembrou que os juros brasileiros têm se mantido em patamares elevados, dificultando o crédito, aumentando os custos operacionais e limitando o crescimento das empresas.

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“Temos o trabalho de encarar esses desafios e de avançar na industrialização, na redução do custo do crédito e nos processos que facilitam a criação de empregos e a valorização das micro e pequenas empresas”, acrescentou.

Os ocupantes dos demais cargos da Mesa da comissão (1ª, 2ª e 3ª vice-presidências) ainda serão eleitos.

Perfil
Nascido em Londrina (PR), Beto Richa é engenheiro civil e iniciou a carreira política como deputado estadual, sendo eleito posteriormente vice-prefeito e prefeito de Curitiba e governador do Paraná, cargo que exerceu por dois mandatos consecutivos. Está atualmente no primeiro mandato de deputado federal.

Além da comissão de Indústria, Comércio e Serviços, que vai presidir, já atuou como titular nesta legislatura em outras três comissões: de Minas e Energia, de Esporte e de Desenvolvimento Econômico.

O que faz a comissão
Criada a partir do desmembramento da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, a comissão será palco de debates e deliberações sobre temas como a prestação de serviços públicos em geral, a organização político-administrativa da União e o regime jurídico dos servidores públicos civis e militares, ativos e inativos.

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Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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