POLÍTICA NACIONAL

Câmara debate riscos, benefícios e regulação dos suplementos alimentares

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O grupo de trabalho da Câmara dos Deputados sobre comercialização de suplementos alimentares realiza nesta quarta-feira (3) audiência pública para discutir os riscos e benefícios do uso desses produtos e a regulação do setor.

A reunião será realizada às 14h30, em plenário a ser definido.

O debate atende a pedido da deputada Ana Pimentel (PT-MG). Segundo ela, o objetivo é promover um diálogo técnico sobre o crescimento do mercado de suplementos alimentares no país, analisando os impactos do consumo sem orientação e os benefícios observados em usos acompanhados por profissionais de saúde.

A parlamentar aponta que estudo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) revela que mais da metade dos lares brasileiros consome algum tipo de suplemento, muitas vezes sem acompanhamento médico ou nutricional adequado.

“A falta de acompanhamento profissional pode causar sobrecarga renal e hepática, desequilíbrios hormonais, interações medicamentosas e distúrbios metabólicos — especialmente entre idosos e pessoas com doenças crônicas”, diz.

Ana Pimentel, por outro lado, cita pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) segundo a qual há benefícios, como aumento de massa muscular e melhora da vitalidade, quando o uso é orientado e fundamentado cientificamente.

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Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Nova lei cria Universidade Federal Indígena, com sede em Brasília

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 15.418/26, que cria a Universidade Federal Indígena (Unind). A norma foi publicada nesta sexta-feira (29) no Diário Oficial da União (DOU).

Vinculada ao Ministério da Educação, a instituição terá sede em Brasília e poderá manter campi em diferentes regiões do país para atender às especificidades dos povos indígenas.

A nova universidade terá como foco a oferta de ensino superior, pesquisa e extensão universitária voltados à realidade dos povos originários.

A lei prevê ainda a valorização dos saberes tradicionais, a promoção da sustentabilidade socioambiental dos territórios indígenas e a preservação das culturas, histórias e línguas dos povos indígenas do Brasil e da América Latina.

Seleção e gestão
A Unind poderá adotar processos seletivos próprios, com critérios específicos que garantam um percentual mínimo de vagas para candidatos indígenas. A mesma regra valerá para concursos públicos destinados ao quadro efetivo da instituição.

A lei também determina que os cargos de reitor e vice-reitor sejam ocupados por docentes indígenas. Até a estruturação da universidade, o Ministério da Educação nomeará dirigentes com mandato temporário.

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A criação da universidade teve origem no Projeto de Lei 6132/25, do Poder Executivo, aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado este ano.

Da Agência Senado
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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