POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho diz que apoia propostas do governo que beneficiem a população

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O senador Cleitinho (Republicanos-MG), em pronunciamento nesta terça-feira (24), afirmou que continuará apoiando qualquer projeto do governo federal que beneficie a população, independentemente de quem seja o presidente. Ele disse que tem sido criticado por manter vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas negou ter vínculo com o governo. 

— Eu não sou aliado e não serei aliado, mas sou aliado do povo. Tudo o que for a favor do povo, eu vou defender e vou apoiar, tudo o que for a favor — declarou.

Tratores

Cleitinho relatou o bloqueio da entrega de 11 tratores que ele indicou por meio de emendas para cidades mineiras. Segundo o senador, o Ministério do Desenvolvimento Agrário impediu a liberação dos equipamentos após evento do governo em Minas Gerais, onde foram entregues outras máquinas. Ele afirmou que a medida prejudica os municípios, não apenas o parlamentar. 

O senador também criticou o uso político das emendas parlamentares e se posicionou contra práticas como a colocação de faixas em agradecimento por obras públicas. Segundo ele, os recursos vêm do Orçamento da União e pertencem à população. Cleitinho destacou que seu trabalho no Senado não depende de alianças políticas, mas do compromisso com quem o elegeu. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova criação de serviço nacional de acolhimento para mulheres vítimas de violência

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto que cria o Serviço de Acolhimento Institucional para atender, entre outros públicos, mulheres em situação de violência doméstica e familiar, acompanhadas ou não de seus filhos.

A Lei Maria da Penha já prevê a criação de casas de acolhimento para mulheres vítimas de violência doméstica. A proposta inclui esse atendimento na Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), integrando-o à política de assistência social.

Com isso, o suporte a mulheres e outras pessoas em situação de vulnerabilidade passa a estar previsto também fora do contexto de combate à violência doméstica.

Como será o atendimento
Pelo texto, o serviço atenderá famílias e cidadãos com vínculos familiares rompidos ou fragilizados.

O atendimento deverá garantir proteção integral e respeitar a privacidade, os costumes, as tradições, as diferentes formas de organização familiar, as etnias, as religiões e demais expressões da diversidade humana.

Mudanças no texto original
Foi aprovado o substitutivo da relatora, deputada Erika Kokay (PT-DF), ao Projeto de Lei 2618/22, do ex-deputado Alexandre Frota (SP), e apensado.

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A relatora reiterou que o novo serviço “integra a proteção social especial e consiste no acolhimento a famílias ou indivíduos com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, a fim de lhes garantir proteção integral”.

A proposta original determinava que o Poder Executivo federal estabelecesse convênios com estados e municípios para criar casas de acolhimento às mulheres vítimas de violência doméstica e em situação de vulnerabilidade social.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada ainda pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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