POLÍTICA NACIONAL

Com apoio do Senado, Brasília recebe festival de cinema acessível para crianças

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O Festival de Cinema Acessível Kids chega a Brasília no dia 4 de novembro com o apoio do Senado Federal. A programação tem início com a oficina Agente de Transformação Social, no dia 4, e segue no dia 5 com a exibição do filme Frozen com tecnologias de acessibilidade: audiodescrição, libras e legendagem descritiva.

A oficina acontece no Auditório Antônio Carlos Magalhães, do Interlegis, das 9h às 16h30. É preciso inscrever-se para participar. A exibição do filme, no dia 5, será no Cine Brasília, às 10h, com entrada franca. 

Este é o quarto ano em que o Senado apoia o projeto, promovido pela ONG Mais Criança, de Porto Alegre. Criado em 2015, o festival ganhou uma versão infantil em 2017. Desde a criação, já foram promovidas 129 exibições acessíveis em escolas, cinemas e centros culturais de 41 cidades brasileiras.

De acordo com a organização do festival, a ideia é tornar cada sessão um espaço inclusivo de convivência, onde crianças com e sem deficiência possam compartilhar a mesma experiência cultural, com oportunidades de acesso, entendimento e emoção equiparadas.

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Sobre a oficina

A oficina que integra o festival busca incentivar os participantes a refletir sobre as possibilidades de atuar como agente de transformação social na comunidade, organização ou território.

O curso aborda temas como diversidade e equidade; preconceito e discriminação; educação transformadora, ética e responsabilidade coletiva; e construção de espaços inclusivos que reconhecem múltiplas necessidades humanas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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