POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Cultura discute a criação do Dia do Círculo de Oração

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados realiza nesta terça-feira (12) audiência pública para discutir a criação do Dia Nacional do Círculo de Oração. O debate foi solicitado pelo deputado Otoni de Paula (MDB-RJ) e será realizado às 10 horas, no plenário 10.

Círculo de Oração é um movimento originário das Igrejas Assembleia de Deus. O termo foi usado pela primeira em 6 de março de 1942, pela irmã Albertina Bezerra Barreto, em Pernambuco.

“O Círculo de Oração mantém a tradição histórica de desenvolver um grande trabalho de inclusão social e acolhimento espiritual”, argumenta Otoni de Paula, ressaltando que dezenas de outras igrejas no país também acolheram a proposta.

Debate obrigatório
O colegiado está analisando o Projeto de Lei 3456/23, Clarissa Tércio (PP-PE), que cria o Dia Nacional do Círculo de Oração, a ser comemorado em 6 de março em todo o país.

A criação de dias comemorativos precisa ser precedida de debate público. Isso porque a Lei 12.345/10 exige que o projeto que sugerir a instituição da data comprove a realização de consultas com amplos setores da população.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova obrigação do agressor pagar tratamento psicológico à vítima de violência doméstica

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga o agressor a pagar os tratamentos de saúde mental da vítima de violência doméstica.

A proposta altera a Lei Maria da Penha para garantir que mulheres agredidas e seus dependentes tenham os custos de atendimento psicológico e apoio psicossocial assumidos pelo autor da violência.

Por recomendação da relatora, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), foi aprovada a versão da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para o Projeto de Lei 3524/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Justificativa
“O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 demonstra o agravamento de indicadores de violência contra a mulher, com recorde de feminicídios e violência sexual em 2024, o que evidencia a urgência de respostas sistêmicas que incluam proteção e recuperação das vítimas”, disse Sâmia Bomfim no parecer aprovado.

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A redação original previa pensão mensal para o tratamento, que só passaria a valer após a condenação definitiva do agressor na Justiça (trânsito em julgado). Com o substitutivo, o juiz poderá determinar o pagamento de forma mais rápida, na fase de medidas protetivas e antes do término do processo criminal.

Da Reportagem/RM
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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