POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate regulamentação da cobertura de serviços de saúde domiciliar

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (12), audiência pública sobre a regulamentação obrigatória da cobertura de procedimentos e serviços de atenção domiciliar (home care). O debate será realizado a partir das 16 horas, no plenário 13.

A audiência será interativa; confira a lista de convidados e envie suas perguntas.

O debate atende a pedido dos deputados Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) e Geraldo Resende (PSDB-MS). Segundo os parlamentares, o home care é uma alternativa essencial à internação hospitalar prolongada, especialmente para pessoas com deficiência, doenças crônicas e limitações severas, por oferecer cuidados contínuos, reabilitação e suporte multiprofissional no ambiente familiar.

Eles destacam que, apesar da sua relevância, o atendimento domiciliar ainda enfrenta obstáculos na saúde suplementar, devido à falta de regulamentação clara e uniforme, o que leva a negativas de cobertura mesmo com prescrição médica. E defendem critérios técnicos e diretrizes específicas para garantir segurança jurídica, proteger os direitos das pessoas com deficiência e reduzir a judicialização desnecessária.

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Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Vai à Câmara projeto que facilita desembargo de área com infração ambiental

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (2), em votação simbólica, um projeto de lei que cria regras para a regularização ambiental de áreas rurais embargadas em razão de infrações ambientais. O PL 6.531/2025 segue agora para a Câmara dos Deputados.

A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) para disciplinar a regularização de áreas embargadas por descumprimento das regras de proteção da vegetação nativa previstas no Código Florestal (Lei 12.651, de 2012). O texto recebeu parecer favorável do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA).

A proposta obriga a autoridade ambiental a informar o produtor sobre a possibilidade de um termo de compromisso logo no ato da multa ou embargo. Se o produtor pedir para assinar esse acordo e o órgão ambiental não responder em 60 dias, as punições econômicas (como o bloqueio de acesso ao crédito rural) serão automaticamente suspensas. Isso permite que o agricultor volte a buscar financiamento enquanto o processo de regularização continua correndo.

Autor do projeto, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) diz que a medida favorece os pequenos produtores que têm áreas embargadas e ficam impossibilitados de produzir.

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— O órgão [ambiental] terá 60 dias para dar resposta ao produtor; se o órgão não se manifestar, o produtor passa a produzir. Da forma que estamos hoje, é luta desigual com os nossos produtores — afirmou.

Além de saudar a aprovação do projeto, o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) cobrou justiça para os produtores de todos os estados da Região Amazônica.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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