POLÍTICA NACIONAL

Projeto inclui o ‘wollying’ em iniciativas de enfrentamento à violência contra mulheres

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O Projeto de Lei 4330/24 inclui a prática do bullying entre mulheres (wollying) entre os temas a serem tratados na semana escolar de combate à violência contra a mulher. Essa semana de debates deve ser realizada anualmente, em março, em todas as escolas públicas e privadas da educação básica.

O projeto também insere o conceito de wollying no programa que trata de medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta altera a a Lei 13.185/15, sobre o programa de combate ao bullying, e a Lei 14.164/2, que criou a semana escolar de combate à violência contra a mulher.

Definição
O texto define o wollying como prática que visa a degradar outra mulher ou a
controlar suas ações, crenças e decisões, por meio de ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, chantagem, ridicularização, limitação do direito de ir e vir, ou outro meio que prejudique sua saúde psicológica e autodeterminação.

Repercussão ampliada
O autor da proposta, deputado Dagoberto Nogueira (PSDB-MS), reforça que “esse tipo de violência afeta a saúde mental e tem repercussão ampliada no ambiente profissional, o que pode resultar no aumento das desigualdades de gênero”.

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O parlamentar sugere que, se a proposta for aprovada, a lei seja denominada Paolla Oliveira, em homenagem à atriz que, segundo ele, é uma voz contra a prática do wollying.

Próximos passos
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; Educação; Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Três senadores concorrem ao cargo de deputado; quatro buscam a suplência

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Três senadores concorrem a cargos no Legislativo neste ano, mas fora do Senado: dois buscam o cargo de deputado federal e uma senadora tenta a vaga de deputada estadual.

Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR) são candidatos à Câmara dos Deputados. Já Mara Gabrilli (PSD-SP) concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Os três estão na reta final de seus mandatos, que terminam em 31 de janeiro de 2027.

Suplência

Além disso, há quatro senadores, também em fim de mandato, que disputam a eleição deste ano como candidatos a suplente de senador:

  • Daniella Ribeiro (PP-PB) concorre na Paraíba na chapa de Nabor Wanderley (Republicanos). Nabor é pai do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta;
  • Dra. Eudócia (PSDB) concorre em Alagoas na chapa de Marina JHC (PSDB). Marina é casada com o filho de Dra. Eudócia, o ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, conhecido como JHC;
  • Jader Barbalho (MDB) concorre no Pará na chapa do filho, Helder Barbalho (MDB), que foi governador desse estado até abril deste ano;
  • Nelsinho Trad (PSD) concorre em Mato Grosso do Sul na chapa de Reinaldo Azambuja (PL), que já foi governador desse estado. 
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Mudança de estado

Também há duas ex-senadoras que tentam voltar ao Senado, mas por estados diferentes daqueles que representaram em mandatos anteriores.

São Marina Silva (Rede), que foi senadora pelo Acre entre 2003 e 2011, e Simone Tebet (PSB), que atuou no Senado entre 2015 e 2023 representando Mato Grosso do Sul.

Desta vez, ambas são candidatas pelo estado de São Paulo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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