POLÍTICA NACIONAL

Veja como os líderes distribuíram os cargos da Mesa da Câmara entre partidos

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Os líderes partidários definiram há pouco a distribuição dos cargos da Mesa Diretora entre os partidos. A ordem é a seguinte, com as respectivas indicações de parlamentares indicados:

  • Presidência: Republicanos, com Hugo Motta (PB)
  • 1ª vice-presidência: PL, com Altineu Côrtes (RJ)
  • 2ª vice-presidência: União Brasil, com Elmar Nascimento (BA)
  • 1ª secretaria: PT, com Carlos Veras (PE)
  • 2ª secretaria: PP, com Lula da Fonte (PE)
  • 3ª secretaria: PSD, com Delegada Katarina (SE)
  • 4ª secretaria: MDB, com Sergio Souza (PR)

Suplência de secretários:

  • PL, com Antonio Carlos Rodrigues (SP)
  • PSB, com Paulo Foletto (ES)
  • Podemos, com Dr. Victor Linhalis (ES)
  • PSDB-Cidadania, com Paulo Alexandre Barbosa (PSDB)

Esses são os nomes indicados pelos partidos. Entretanto, outros deputados podem concorrer como avulsos, desde que sejam do mesmo partido que ficou o cargo.

Prazos
A eleição para presidente e os demais cargos da Mesa Diretora da Câmara está marcada para as 16 horas deste sábado (1º). O prazo para o registro oficial de candidaturas termina às 13h30.

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Além de Hugo Motta, também concorrem à presidência da Câmara os deputados Marcel van Hattem (Novo-RS) e Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ).

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

PECs do fim da escala 6×1 e da segurança pública chegam à CCJ do Senado

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, despachou na tarde desta sexta-feira (21) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) duas propostas de emenda à Constituição (PECs): a que trata do fim da escala 6×1 (PEC 221/2019) e a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025).

No último dia 14, Davi já havia apontado as duas matérias entre as prioridades da pauta do Senado. Na CCJ, a PEC do fim da escala 6×1 terá como relator o senador Omar Aziz (PSD-AM). Já a PEC da Segurança Pública terá o senador Rogério Carvalho (PT-SE) na relatoria.

Fim da 6×1

A PEC do fim da escala 6×1 foi aprovada na Câmara dos Deputados em 27 de maio. O texto tem o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) como primeiro signatário. A proposta altera a Constituição para reduzir a carga horária máxima de trabalho para 40 horas semanais.

A PEC também garante dois dias de repouso semanal remunerado, sem diminuição de salário. A mudança será aplicada progressivamente e inclui exceções para trabalhadores com regimes diferenciados e para aqueles com salários mais elevados e diploma de nível superior.

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Prazos

A PEC prevê que 60 dias após a promulgação da nova emenda constitucional, a jornada semanal no país passará para 42 horas, já com dois dias de repouso remunerado por semana – um deles, preferencialmente, no domingo. Depois de 12 meses, a nova carga máxima de trabalho por semana será definitivamente de 40 horas.

O texto aprovado preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas, inclusive para regimes diferenciados, como a escala 12×36 (12 horas trabalhadas por 36 horas de descanso) atividades essenciais, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana. Além disso, estabelece que lei futura poderá definir regras especiais, nesses casos, para a jornada de trabalho e os dias de folga.

Segurança

A PEC 18/2025, aprovada na Câmara dos Deputados no dia 4 de março, reorganiza o sistema de segurança pública no país. A proposta redefine as fontes de financiamento do setor, incluindo a destinação de parte da arrecadação das apostas esportivas aos fundos nacionais de segurança pública e do sistema penitenciário.

A proposta assegura como competência comum a todos os órgãos de segurança pública encaminhar, por meio de sistema eletrônico integrado, o registro das infrações penais de menor potencial ofensivo diretamente ao Judiciário. Regras de cooperação e compartilhamento de informações também estão entre os pontos tratados na PEC, que é de iniciativa do Executivo.

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Quórum

Se aprovadas na CCJ, as PECs ainda precisam ser confirmadas no Plenário, onde precisam conquistar o apoio de três quintos dos senadores — o equivalente a 49 votos, no mínimo, em dois turnos. Depois de aprovada, a emenda é promulgada em sessão solene do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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